Somos os
fantasmas
Que caminham
assombrando nossas almas
Com nossas armas,
Nosso ópio, nosso
ódio,
Nossos mitos, nossos
ritos, nossas falhas.
E cada um
com sua face pálida
E sua alma negra
Que mais se
assemelha
Àquele que afasta.
Basta.
Essa gente gosta
De sentir-se oposta.
E no fim, se iguala.
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